domingo, 30 de novembro de 2025

A VINGANÇA COMPENSA!

 

A VINGANÇA COMPENSA!

 Prof. Me. Ciro José Toaldo

Casal de Naviraí MS – preso em 08 de janeiro

 

Essa foto, refere-se ao casal de amigos de minha cidade – Naviraí-MS. Clarice, professora da Educação Infantil, trabalhou na escola onde fui diretor, eximia profissional, atualmente aposentada. Pessoa íntegra, ativa na comunidade, e sem antecedente criminal. Ele, oficial de justiça do Estado, também aposentado, como a esposa, ser prestativo, e obviamente nunca cometeu crime algum. Uma família exemplar, uma das filhas é policial militar, entretanto, este fato desestruturou essa célula familiar, mediante tamanha injustiça.

            Mas, qual motivo de apresentar essa foto e descrever este casal que ganhou repercussão nacional? Eles receberam a sentença do STF, pasmem, 14 ANOS DE PRISÃO e MULTA de 30 MILHÕES pelos atos do oito de janeiro de 2023. Uma constatação alarmante, digna de revolta, perplexidade e percebe-se como a justiça do país é parcial e vingativa, pois quem pensa diferente e com coragem de se manifestar e se colocando contra o atual desgoverno, recebe pena terrível!

Quem não é manipulado, busca compreender a dimensão deste ato do oito de janeiro, como grande armação arquitetada por membros da famigerada esquerda, comprovado pelas câmeras, muitas escondidas pelo então Ministro da Justiça, Flávio Dino. Naquele ato, primeiro ocorre a destruição e o vandalismo, depois chegam os patriotas. Essa ação, minuciosamente planejada e arquitetada, contou com aval do próprio desgoverno. Infelizmente, de forma vexatória, contando com um super auxílio financeiro, a imprensa e todo o aparato montado por quem esteve por muito tempo no poder, passou para a população que os atos de depredação foram cometidos por defensores da direita!

Quem estuda e compreende como ocorre a chamada manipulação, sobretudo em relação a imagens e formas de se colocar as notícias, entende que este ‘ato do oito de janeiro’ foi estratégico. Lamentavelmente, para milhões de brasileiros, dada a atuação da imprensa corrupta, leva a imaginar que todo o ‘sistema’ está tranquilo e tudo, mesmo em fingimento e manipulação, está perfeitamente normal. Quanta ilusão! Nas redes sociais, em um dos comentários abaixo da foto do casal amigo, alguém escreveu que o casal não deveria ter saído de Naviraí e ir até Brasília DF, para fazer baderna, percorrendo 1.300 km. Não concordando com essa postagem, respondi: ‘uma vergonha chamar este casal de baderneiro, um dia sua consciência irá pesar por afirmar tamanha besteira, quiçá a injustiça deste Brasil atual, com tanta vingança, não venha bater na própria porta de sua casa’.

 Quanta injustiça e vingança estamos vendo! De fato, a própria justiça demonstra qual é seu papel: bandido que rouba, tira do bolso dos aposentados, anda solto; político corrupto, mas, colaborador do desgoverno, não recebe punição do STF que tem olhos bem abertos apenas aos seus ‘amigos’. Sem dizer que este mesmo órgão, tirou da cadeia um ladrão para torná-lo presidente.

Infelizmente, os verdadeiros baderneiros e colaboradores do oito de janeiro, mesmo com a CPMI, sequer foram enquadrados, como GDias que comandava o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e Flávio Dino, então Ministro da Justiça, atualmente está no STF, e contribui para sentenciar quem se liga ao oito de janeiro.

Mediante tantos fatos, percebe-se que há grande prioridade, desde o início destes alucinados e ávidos por ‘grana’ e corrupção que assumiram novamente o governo em 2023, mantendo única e exclusiva prioridade: fazer a verdadeira caçada política contra quem posiciona-se a favor da direita e que venha defender o ex-presidente Bolsonaro.

Espera-se que a PL da Anistia seja aprovada, assim se corrige excessos e se devolve a liberdade aos perseguidos de forma injusta e que se encontram presos. Contudo, neste cenário de tamanha vingança, corroborado com a festança que se faz com o dinheiro público, sobretudo pelo desgoverno e a perseguição e encurralamento do STF, fica difícil acreditar que haverá liberdade de expressão, plena democracia e a soltura de inocentes. Triste conclusão, este é o Brasil que temos! Mas, precisamos ficar acordados e ter coragem em se posicionar!

Pense nisto, até o próximo!

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

TRABALHO COM O FILME INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

 

Este filme é de 1972 - endereço: https://www.youtube.com/watch?v=sYM9RIp-IPA 

HISTÓRIA GERAL DO BRASIL – PROF. CIRO - FILME INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Esse filme se encontra dentro do contexto da História do Brasil, no período do Iº Império.

·        Entender o contexto do filme – começa mostrando 1831 e termina mostrando esse ano. Por quê?

·        Filme mostra desde a chegada da família real (1808) até 1831;

·        Como D. Pedro foi criado;

·        Governo de seu pai D. João VI e sua mãe Carlota Joaquina (ações de D. João VI);

·        Partida de D. João VI;

·        Todo o processo da Independência no ano de 1822 de janeiro até setembro;

*     São vários episódios, como dia do fico, viagens de D. Pedro, pressão de Portugal, a vida pessoal do Príncipe Regente e fato da Independência;

·        Após independência: coroação e as ações de D. Pedro I;

·        Assembléia Constituinte e a Constituição de 1824;

·        É preciso entender todas as ações que levaram D. Pedro I a Abdicar do trono em 07/04/1831 em favor de seu filho D. Pedro II.

* Descrever a postura de D. Pedro I, durante toda a narrativa do Filme; 

* Qual a visão que este filme deseja mostrar? 

* Observando o ano (1972) em que ele foi produzido, qual era o contexto desta época, da História do Brasil?    


COLONIZAÇÃO DO BRASIL COM ATIVIDADES

 

COLONIZAÇÃO DO BRASIL  

A primeira expedição colonizadora do Brasil foi comanda por Martim Afonso e Souza que cegou em 1532 no Brasil, com cinco navios e 400 pessoas, veio para ocupar a terra e fazer a exploração econômica (começou a plantar às primeiras mudas de cana-de-açúcar). Fundou a primeira Vila do Brasil em São Vicente (SP), também em 1532, onde se fundou também o primeiro engenho (propriedade onde se produzia açúcar), de onde se passou a produzir o açúcar, produto de muita aceitação na Europa e o português tinha conhecimento de como cultivar a cana; a cana além de promover o cultivo permanente do solo, promoveu a ocupação sistemática do solo. Com a cana, foi deixou-se de lado a atividade extrativa do pau-brasil e se iniciou a montagem de uma organização produtiva dentro das diretrizes do sistema colonial.

Como a cana-de-açúcar estava dando certo, o governo de Portugal concedeu terras para portugueses que desejassem instalar engenhos no Brasil. De 1560 a 1570 a economia apresentou um crescimento expressivo, isto levou o rei de Portugal, D. Sebastião, decretar, em 1571 que o comércio colonial do açúcar do Brasil deveria ser feito exclusivamente por navios portugueses, isto faz com que o governo tenha o monopólio comercial, chamado na época de exclusivo metropolitano.

            Os índios foram escravizados a partir de 1530 (século XVI), quando foi necessária a mão-de-obra para a produção canavieira. Os índios também foram escravizados, não apenas no litoral (cana), mas também em SP, MA e PA nas atividades das culturas de milho, feijão, arroz, mandioca e extração das drogas do sertão (cravo, castanha, plantas aromáticas e medicinais).

Lembrando que os portugueses promoveram sucessivas guerras contra os índios que marcaram a conquista das regiões litorâneas no século XVI. Era muito frequente os colonos portugueses alegar que os índios os atacavam ou recebiam suas ameaças. E guerrear para matar e dominar o índio considerava-se “Guerra Justa” (pois, os índios se recusavam a se converter a fé cristã, imposta pelos colonizadores).    

           

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO DO CONTEÚDO:

1. Complete: a) Período pré-colonial do Brasil compreende os anos de ________ até ____; 

b) Neste período os portugueses estavam mais interessados nas_____ no comércio de ____; 

c) Quem comandou a primeira expedição exploradora foi _______ e a segunda foi _____; 

d) As expedições Guarda-Costas foram lideradas por ___________________.

 

2. Faça a correção destas frases:

a. A primeira riqueza encontrada no Brasil foi a cana-de-açúcar ________________

b. A exploração do pau-brasil ajudou fixar o português no território brasileiro ____________

c.  Fernão de Noronha era o nome de um padre que veio com Martim Afonso _________

d. Arabutã era como os índios chamavam os portugueses ____________________

 

3. Monte um frase histórica com o conjunto de palavras:

a. Escambo – pau-brasil – índios _________________________________________

b. Feitoria – Franceses – portugueses _____________________________________

c. Martim Afonso de Sousa – cana – ocupação _____________________________

d. Monopólio – comércio – Portugal – cana _______________________________

4. Assina a questão correta: Os portugueses chegaram em 1500, mas a administração da terra só foi organizada depois de 1532. Isso ocorreu porque, até então,

a) os índios ferozes trucidavam os portugueses;

b) a Espanha, com base no Tratado de Tordesilhas, impedia a presença portuguesa nas Américas;

c) as forças e atenções dos portugueses convergiam para o Oriente com relações comerciais lucrativas;

d) os franceses, aliados dos espanhóis, controlavam as tribos indígenas ao longo do litoral;

e) a população de Portugal era pouco numerosa, impossibilitando o recrutamento de funcionários administrativos.

 

5. Assinale a questão certa: As feitorias portuguesas no Brasil foram formas de assegurar as terras descobertas. Sobre essas feitorias, é correto afirmar que:

a) a feitoria foi uma forma de colonização, empregada por portugueses no Brasil pra assegurar a colonização;

b) feitorias era uma forma de administrar a colônia;

c) feitorias foram estabelecimentos fundados por portugueses no litoral que serviam para armazenar o pau-brasil;

d) feitorias garantiam a presença do Estado português e a ausência de interesses de particulares;

e) o êxito das feitorias afastou a presença de corsários franceses.


6. O início da colonização portuguesa no Brasil, no chamado período "pré-colonial" (1500-1530), foi marcado pelo (a):

a) envio de expedições exploratórias do litoral e pelo escambo do pau-brasil;

b) plantio e exploração do pau-brasil, associado ao tráfico africano.

c) deslocamento, para a América, da estrutura administrativa e militar já experimentada no Oriente;

d) fixação de grupos missionários de várias ordens religiosas para catequizar os indígenas;

e) implantação da lavoura canavieira, apoiada em capitais holandeses.


EGITO ANTIGO E KUSH - COM ATIVIDADE

 


Pirâmides do Egito Antigo



EGITO ANTIGO E REINO DE KUSH 

O EGITO ANTIGO 

         Situado no nordeste da África no deserto, mas criaram uma civilização fascinante. Desde 5000 a.C., os habitantes das aldeias próximas ao Rio Nilo cultivavam o trigo, algodão e papiro (usado para fazer corda e uma espécie de papel), isto foi possível porque aproveitavam as cheias deste rio.

O IMPÉRIO EGÍPCIO - Com disputas e alianças conseguiram terra e poder; as aldeias às margens do Rio Nilo foram se agrupando em nomos, unidades administrativas chefiadas por nomarcas. A divisão do território por nomos permaneceu por toda a história do Egito Antigo. Com o tempo, lutas e alianças entre os nomarcas acabaram gerando dois grandes reinos: O Alto Egito (Sul) e o Baixo Egito (Norte). 

Esses reinos permaneceram separados até por volta 3100 a.C., quando Menés, Rei do Alto Egito, conquistou o Baixo Egito e fundou o Império e se tronou o primeiro faraó (nome que se dava ao rei entre os egípcios) e fundou a Primeira Dinastia (sucessão de reis da mesma família). Nascia, assim, o Império Egípcio, com capital na cidade de Tínis, depois substituída por Mênfis, atual Cairo.

PERIODIZAÇÃO - A história política do Egito é dividida em três períodos, entremeados por fases de enfraquecimento do poder dos faraós. Esse enfraquecimento geralmente decorria de desorganização do Estado, de revoltas contra impostos abusivos e de lutas internas entre os nomarcas. Esses períodos são: Antigo Império, Médio Império e Novo Império.

            O Antigo Império (2680-2180 a.C.) foi um período de relativa estabilidade econômica e política, parte da riqueza proveniente dos impostos recolhidos foi usada para construir grandes obras como as pirâmides na cidade de Gizé: Quéops, Quéfren e Miquerinos (estes foram nomes de faraós que mandaram construir suas pirâmides para seu sepultamento) e a esfinge  (estatua corpo de leão e cabeça de ser humano).

O Médio Império (2040-1780 a.C.) período em que os egípcios expandiram seu território em direção ao sul, conquistaram a Núbia (região situada ao sul, rica em minerais, especialmente o ouro e habitadas por povos negros). Apesar da prosperidade material os egípcios enfraqueceram o Estado, com revoltas interna e facilitaram a penetração dos hicsos, um povo da Ásia Central que invadiu o Egito em 1580 a.C. e o dominaram por 170 anos.

O Novo Império (1580-1070 a.C.) se iniciou com a expulsão dos hicsos. Os faraós do Novo Império organizaram um poderoso exército com cavalaria e carros de combate, os egípcios conquistaram o Reino de Kush, na Núbia, ao sul, a Fenícia, a Palestina e a Síria, a nordeste e estenderam seus domínios até o Rio Eufrates, na Mesopotâmia, a leste. A partir daí, o Egito estabeleceu um grande comércio com todas essas regiões e com a Ilha de Creta o que deu ainda maior poder ao faraó.

Por meio de impostos e do controle das importantes rotas comerciais das regiões conquistadas, o faraó, os chefes militares e sacerdotes aumentaram sua riqueza, mas maioria da população empobrecia, justamente por ter que pagar impostos cada vez mais altos. Além disto, os camponeses tinham que abandonar o cultivo da terra para servir o exército. Essa situação gerou revoltas da maioria da população egípcia contra os impostos abusivos e o trabalho forçado, bem como as disputas internas e a reação dos povos dominados levou ao enfraquecimento do Estado que, em 525 a.C. foi conquistado pelos persas.

SOCIEDADE E PODER - A sociedade egípcia era rigidamente estratificada e com pouquíssima mobilidade social, ou seja, as chances de ascensão social eram mínimas, o individuo nascia e morria pertencendo ao mesmo grupo social. FARAÓ era o mais importante, considerado por todos um Deus vivo. Era a maior autoridade administrativa, religiosa e militar do império. Era também dono de todas as terras, possuía muitos funcionários, e recebia enormes quantidades de impostos. Construía para ele e sua família a pirâmide que eram seus túmulos. Eram templos magníficos, como por exemplo, as pirâmides de Quéops (146 m), Quéfren (143 m) e Miquerinos (103m), edificadas pelos faraós do Antigo Império.

Abaixo dos faraós estavam os altos funcionários e os sacerdotes. Entre os altos funcionários estavam o vizir e os escribas. O vizir supervisionava a polícia, a justiça e a cobrança de impostos. Os escribas estudavam desde os cinco anos em escolas especiais e registravam os impostos arrecadados, as áreas cultivadas, o volume da colheita, os rebanhos. Os sacerdotes constituíam um grupo poderoso e rico, cuja riqueza vinha das oferendas feitas aos deuses nos templos. Os artesãos egípcios (carpinteiros, ferreiros e joalheiros), com as madeiras faziam brinquedos, móveis e barcos. Com o adobe (tijolo de argila) faziam casas e palácios; com o ferro faziam armas; com o papiro faziam o papel; com metais (ouro) faziam joias e ornamentos.

 Nos períodos de prosperidade, como no Novo Império, o comércio interno e externo cresceu, aumentaram muito o número de comerciantes. Os militares se fortaleceram durante as guerras de conquistas. A maioria deles lutava em troca de terras e outras riquezas tomadas dos vencidos. Os camponeses eram chamados de felás – constituíam a maior parte da população e viviam pobremente. Trabalhavam nas propriedades dos sacerdotes, dos altos funcionários, e a qualquer momento poderiam ser convocados para trabalhar na construção de obras públicas. Sobrava-lhes muito pouco por que tinham que entregar impostos altíssimos para o Estado. Os escravos eram obtidos nas guerras de conquistas e utilizados em serviços pesados como trabalho nas minas, pedreiras e nas grandes obras públicas. (Faça em seu caderno a pirâmide social do Egito Antigo).

RELIGIOSIDADE EGÍPCIA – A religiosidade era muito importe para os egípcios, todos acreditavam na vida após a morte. Por isso, empenhavam-se em construir pirâmides para o faraó ter uma “casa da eternidade”, local onde esperavam usufruir dos prazeres terrenos. Os antigos egípcios eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses que tinham forma humana (Osíris – deus da vida e da morte), humana e animal (Hórus, homem com cabeça de falcão), ou somente forma animal (Anúbis, que tinha a feição de um chacal).  Entre os muitos deuses egípcios estava também Amon-Rá, considerado criador do Universo, este era o deus mais temido o mais popular era Osíris era o mais popular dos deuses egípcios que acreditavam que ao morrer, todo indivíduo deveria comparecer ao Tribunal de Osíris, para ser julgado. Se fosse absolvido, a alma voltava para o corpo ao qual pertencia, mas o corpo deveria estar em condição para recebê-la, dai se explica por que os egípcios desenvolveram as técnicas de mumificação (tratar o corpo para evitar decomposição do cadáver, transformando-o em múmia). 

            A transformação do corpo de um morto em múmia dependia das posses. Os mais pobres geralmente enterravam seus mortos na areia do deserto. Já os ricos, eram mumificados por técnicos especializados nesse ofício. A múmia era colocada dentro de um sarcófago, junto dele os egípcios deixavam uma variedade de objetos: alimentos, cadeiras, armas, estátuas e joias – considerados necessários ao morto.

            Em 1922, o arqueólogo inglês Howard Carter, encontrou a tumba do faraó Tutancâmon e o tesouro nela contido, estavam intactos, conseguiram ver o belo rosto do faraó e muito ouro junto dele; também no seu túmulo encontraram objetos de luxo, como cadeiras, armários, mesa e objetos pessoas. Sua mobília era composta de mais de cinco mil objetos.

            Tutancâmon (1336 a 1327 a.C.) era filho do faraó Amenófis IV. Casou-se aos 8 anos, provavelmente com sua meia-irmã, Anchesenamon. Assumiu o trono quando tinha cerca de nove anos. Morreu, em 1324 a.C., aos dezenove anos, sem herdeiros e com apenas nove anos de reinado. Devido ao fato de ter falecido tão novo, o seu túmulo não foi tão suntuoso quanto o de outros faraós, mas mesmo assim é o que mais fascina a imaginação moderna, pois foi uma das raras sepulturas reais encontradas intactas. Ao ser aberta, em 1922, ela ainda continha peças de ouro, tecidos, mobília, armas e textos sagrados que revelam muito sobre o Egito de 3.400 anos atrás.

            A ESCRITA – Surgiu por volta de 300 a.C. era chamada de hieróglifos. Foi o francês Champollion que decifrou esta escrita, depois de estudar a Pedra de Roseta (encontrada por Napoleão Bonaparte, no Rio Nilo, em 1799).


            A CIVILIZAÇÃO NÚBIA - A África também foi berço de civilizações antigas, entre as quais estão a Egípcia e a Núbia. A Núbia floresceu ao sul do Egito, entre a primeira e a sexta catarata do Rio Nilo. Ela foi um importante elo entre os povos da África Central e os do mar mediterrâneo.

No interior do território da Núbia formou-se o Reino de Kush. Conforme provas arqueológicas, a história de Kush está estreitamente ligada a do Egito. Foi achado um grande número de produtos egípcios encontrados em terras núbias, e vice-versa. Por volta de 1530 a. C. o Reino de Kush foi conquistado pelos egípcios. Mais tarde, ocorreu o contrário e os cuxitas deram início à XXV Dinastia, conhecida como Dinastia dos Faraós Negros, no Egito, que reinou de 730 a.C. até 657 a. C.

Os cuxitas construíam diques para represar a água do Nilo e canais para levá-la a lugares mais distantes, proporcionando o desenvolvimento da agricultura, da pecuária e a formação de aldeias que desencadearam o processo de formação do Reino de Kush que, apesar de ter grande contato com o Egito, preservou a sua originalidade no (a): • Sistema de Escolha do Rei; • Papel das Rainhas-Mães.

Se no Egito, o filho sucedia o pai no trono, em Kush, o rei era escolhido pela comunidade. Inicialmente, os lideres das comunidades elegiam aquele que consideravam o mais preparado para exercer a liderança. Depois, lançando sementes ao chão, perguntavam aos deuses da cidade se concordavam com a escolha, e pelo desenho que se formava ficavam sabendo da resposta. Essa consulta ao deus legitimava a escolha. O escolhido era homenageado com uma procissão que terminava com a festa de coroação do novo rei. O rei tinha uma guarda permanente para protegê-lo, e era auxiliado por um grupo de altos funcionários, como o chefe do tesourou, o escriba-mor e o comandante militar.

No Reino de Kush os militares eram valorizados, coisa previsível tendo o poderoso Egito como vizinho. Em caso de necessidade, todos os homens eram convocados para as guerras.

CANDACE – A MULHER NA POLÍTICA - No império Cuxita, as mulheres ocupavam posições políticas de destaque, tendo ascendência inclusive sobre o clero. Algumas chegaram a assumir o governo do Estado com o título de Candace (rainha-mãe). A mais conhecida foi Amanishaketo (42-12 a.C.) que liderou a resistência cuxita ao poderoso Império Romano. Amanishaketo conseguiu um acordo com o imperador Otávio Augusto, que isentava os cuxitas de pagamento de impostos aos romanos.

ECONOMIA E SOCIEDADE – Enquanto a capital foi Napata, a principal atividade econômica dos cuxitas era a pecuária. Em 580 a.C., a capital mudou para Méroe, onde as chuvas eram mais regulares e ocorreu a expansão da agricultura (trigo, sorgo e cevada). O solo cuxita er rico em metais, como ouro e ferro, e pedras preciosas como o rubi (pedra preciosa de cor vermelha). Calcula-se que produziram um milhão e seiscentos mil quilos de ouro (maior produtor de ouro do mundo antigo). Ouro era usado no comércio com o Egito e com Roma. Destacaram-se os artesãos como ferreiros, marceneiros, tecelões, ceramistas e joalheiros. Méroe tinha um comércio muito próspero. SOCIEDADE – Camada dirigente era formada pelo rei e sua família, pelos nobres que ocupavam altos cargos do funcionalismo e por sacerdotes. A maioria da população livre era formada pelos agricultores meroítas. Havia as camadas intermediárias formadas por artesãos, comerciantes, militares e pequenos funcionários.

No ano de 330, o Reino de Kush foi conquistado por outro reino africano, o Reino Axum, localizado ao Norte da Etiópia. A civilização axumita da época já havia se convertido ao cristianismo, por influência dos romanos quando estes ocuparam o Nordeste da África. Isso explica por que a Etiópia é considerada o país cristão mais antigo da África Subsaariana.

A História da África é tão importante quanto a dos demais continentes. No entanto, arqueólogos e historiadores se dedicaram somente ao Egito esquecendo centenas de outras possibilidades. Por isso, a história da África ainda é um cenário a ser pesquisado. Infelizmente, fanatismos religiosos, guerras, depredações e falta de interesse das autoridades mundiais, estão fazendo com que a maioria deste patrimônio seja destruída.  

ATIVIDADES

1.      Quem foi o unificador do Egito e como ele o unificou?

2.      Como era a composição social do Egito Antigo?

3.      Comente a respeito da religiosidade do Egito Antigo.

4.      Como os faraós negros conseguiram conquistar o Egito?

5.      Quem era a Candace na História de Kush?


ROMA ANTIGA - CAÇA PALAVRAS - 6º ANO

 

ROMA ANTIGA - CAÇA PALAVRAS. 

ORIENTAÇÕES: 1) use primeiro o lápis, depois passe a caneta azul por cima; 2) escreva no espaço de cada item a palavra que você deverá localizar no quadro de letras, 3) não pode usar corretivo;4) Pesquise no material que você dispuser;

a) Tipo de trabalho que era a base da Roma Antiga; ______________________  b) Classe dominante na Roma Antiga (nome); ________________________;  c)  Classe dos camponeses pobres; ____________________________________

d) Regime de governo que substituiu a república; ___________________ e) Principal cargo executivo na República; ________________________;  f) Cargo que os plebeus conquistaram através da luta de classes; _____________

g) Nome que se dá à grande propriedade rural; ____________________; h) Principal e mais poderosa instituição da República; __________________; i) Regime de governo que substituiu a monarquia; _________________________ j) Nome que se dá às mudanças na questão da terra propostas pelos irmãos Graco;_________________________________k) Termo que retrata o controle dos poderosos sobre os mais pobres para evitar revoltas;

 

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